Índio Cara de Pet

 

- 1 garrafa PET grande
- 2 garrafas PET pequenas
- 23 tampinhas de garrafa PET
- 1 tampinha de pasta de dente
- Pedaços de tecido
- Botões - Barbante


Passo 1

Recorte ao meio uma garrafa PET
grande para montar o corpo do boneco.

 

Passo 2

Faça um pequeno furo em todas as tampinhas.

Passo 3

Prenda os lacres de duas tampinhas em um pedaço de barbante para fazer as mãos.

 

Passo 4

Encaixe as tampinhas furadas no barbante, como na imagem, para montar os braços.

 

Passo 5

A seguir, corte a parte superior das duas garrafas menores para montar as pernas.

 

Passo 6

Para fazer os pés, passe o barbante com um nó na ponta em cinco tampinhas.

 

Passo 7

Finalize encaixando a tampa na garrafa, como na imagem.

 

Passo 8

Com a ajuda de um adulto, faça quatro pequenos cortes no corpo do boneco (para encaixar os braços, nas partes laterais e para as pernas, no fundo da garrafa).

Passo 9

Encaixe o barbante no corte e finalize com um nó.

Passo 10

Faça o mesmo com todos os braços e pernas.

Passo 11

Encaixe a parte superior da garrafa maior e marque a região dos olhos. Retire e faça dois furos.

 

Passo 12

Para fazer os olhos, passe um barbante com um nó na ponta da tampinha e encaixe, como mostra a foto.

Passo 13

Encaixe os olhos nos furos e finalize com um nó. Cole a tampa de pasta de dente para fazer
o nariz.

 

Passo 14

O corpo está pronto, agora é
só pintar.

Passo 15

Cole os botões nos olhos.

 

Passo 16

Recorte pedaços de tecido ou papel, para fazer o cabelo.
Faça furos no centro para encaixar na garrafa.

 

Passo 17

Passe um barbante na tampa e finalize com um nó.

Passo 18

Com retalhos coloridos, crie a roupa do índio.

 

Passo 19

Cole e amarre no boneco.

Passo 20

Está pronto! Agora é só colorir
e decorar de acordo com
sua imaginação.

 

 

Prof. Marcelo

Quem joga garrafa vazia em córrego, riacho ou rio não gosta e nunca gostou do Brasil. Quem corta a nossa mata finge não saber, mas pouco a pouco nos mata. Cadê a água pra beber? Cadê o bicho pra valer? Zoológico é tristeza fechada com grades pra dar e vender. Floresta que é floresta tem árvore maior que prédio e, brotando do chão, todo tipo de remédio. Que calorão! Cadê a sombra que o mato fazia aqui? O homem branco fez sumir. Assim, igual casa feita sem telha, todo mundo, por bem ou por mal, vai virar pele vermelha.*

 

FUNAI

A Fundação Nacional do Índio – FUNAI é o órgão indigenista oficial do Estado brasileiro. Criada por meio da Lei nº 5.371, de 5 de dezembro de 1967, vinculada ao Ministério da Justiça, é a coordenadora e principal executora da política indigenista do Governo Federal. Sua missão institucional é proteger e promover os direitos dos povos indígenas no Brasil. Cabe à FUNAI promover estudos de identificação e delimitação, demarcação, regularização fundiária e registro das terras tradicionalmente ocupadas pelos povos indígenas, além de monitorar e fiscalizar as terras indígenas. A FUNAI também coordena e implementa as políticas de proteção aos povo isolados e recém-contatados. É, ainda, seu papel promover políticas voltadas ao desenvolvimento sustentável das populações indígenas

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Museu do Índio - FUNAI

Mais do que abrigar expressivos acervos, o Museu do Índio conserva, pesquisa, documenta e comunica as informações neles preservadas, tendo se tornado referência para pesquisadores e interessados na questão indígena e contribuído com significativos avanços para o campo de museus etnográficos brasileiros. Alguns deles administrados pelos próprios índios. Diversas ações têm sido empreendidas nesse sentido ao longo dos últimos anos, como a instalação de laboratórios de conservação, a reforma das reservas técnicas, o preparo e a publicação de catálogos, inventários, tesauros e outros instrumentos de pesquisa e recuperação da informação. Com a criação de um programa editorial, o Museu do Índio edita diversas publicações, democratizando, assim, o acesso às informações sobre a situação indígena no País.

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Dicionário Indígena

Muitas palavras que estão no nosso dia-a-dia, são de origem indígena, como: abacaxi, arapuca, arara, capim, catapora, cipó, cuia, cumbuca, cupim, jabuti, jacaré, jibóia, jururu, mandioca, mingau, minhoca, paçoca, peteca, pindaíba, pipoca, preá, sarará, tamanduá, tapera, taquara, toca, traíra, xará.

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*Marcelo Donatti - Escritor, psicopedagogo e professor de Língua Portuguesa e Redação do Colégio Visconde de Porto Seguro, com Pós-graduação em Tecnologias Aplicadas à Educação. Publica, desde 2008, textos pela Revista Recreio. Coordenou o projeto Estadão na Escola, em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo. Ao lado do escritor Jorge Miguel Marinho, coordenou Oficinas de Criação Literária na Escola de Aplicação (USP). Além disso, fez parte do Núcleo de Criação Literária (no Espaço Cultural Oswald de Andrade), sob a coordenação do escritor João Silvério Trevisan.